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Das poucas certezas que temos na vida, a morte é uma delas. Afinal, não dá para fugir: todos nós um dia vamos morrer. E quando morremos, nosso corpo entra em estado de decomposição. Como dizem por aí, “do pó viemos e ao pó voltamos”. Essa é a linha normal do tempo e das coisas.

Mas para algumas pessoas no mundo, parece que a coisa não foi bem assim após a morte delas. Simplesmente aconteceu que seus corpos não se decompõem. E não estamos aqui falando de quem passou por processos de conservação ou foram embalsamados. São corpos que não se decompõem e permanecem, de forma inexplicável, em bom estado de conservação mesmo após anos decorridos da morte. Olha só que bizarro:

Santa Zita

Como toda santa, ela foi uma mulher muito boa em vida. Hoje em dia, é considerada a padroeira das empregadas domésticas. Sua morte foi em 1272, e como qualquer pessoa, ela foi enterrada na época. Entretanto, mais de 300 anos depois, o corpo dela foi exumado e, para a surpresa de todos, estava praticamente intacto! O corpo dela – que depois da exumação mostra sinais de mumificação – está exposto na basílica de São Freddiano, em Lucca, na Itália.

Dashi-Dorzho Itigilov

Dashi-Dorzho Itigilov foi um budista cuja história é bem curiosa. Em 1927 ele pediu a um colega que fizesse os ritos funerários com ele. Ele então começou a meditar e morreu durante a meditação. O seu testamento pedia apenas que ele fosse enterrado na posição em que faleceu e que fosse exumado alguns anos depois. Em 2002, pesquisadores descreveram seu corpo como sendo o equivalente ao de um “morto há 36 horas”. De lá para cá, a aparência dele mudou um pouco, mas ainda está bem conservado para quem morreu há tanto tempo…

La Doncella

Estudiosos contam que há mais de 500 anos, a jovem inca de 15 anos foi levada aos pés de uma montanha na Argentina para ser sacrificada. Lá foi deixada com suas roupas e objetos cerimoniais. As condições do clima acabaram conservando seu corpo, que foi encontrado apenas em 1999. Ninguém sabe mais informações sobre a jovem como seu nome ou o porquê do sacrifício, mas a ela foi dada o nome de “A Donzela”.

Santa Catarina Laboure

De longe, um dos casos mais famosos de corpos que não se decompõem… Em 1830, ela disse ter visto a Virgem Maria. A notícia logo correu a Europa e não demorou para que a freira se transformasse em Santa. Dizem que ela conversava com a Virgem Maria. Catarina morreu em foi enterrada em 1876, e assim permaneceu até 1933, quando seu corpo foi exumado como parte do processo de beatificação. Exames concluíram que seu corpo estava em perfeito estado de conservação. E quem vai até Paris e visita seu corpo, pode ver que ela parece simplesmente estar dormindo. A única parte falsa da santa são suas mãos. Elas foram cortadas e estão em um relicário no local onde dizem que ela conversava com a Virgem Maria. Seu coração, perfeitamente preservado, também foi retirado e colocado em outro relicário.

Gente, cada história de corpos que não se decompõem que a gente fica até sem saber se acredita ou não… O que vocês acham disso tudo?

Fotos: Reprodução

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