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Quando a terceira temporada de Black Mirror estreou em outubro do ano passado, de uma hora para a outra os alarmistas da tecnologia entraram em polvorosa. Parece que do dia para a noite, estávamos sendo perseguidos virtualmente de forma nunca vista antes.

O fato é que a evolução tecnológica apresentada em Black Mirror é, de fato, um tanto quanto assustadora. Mas bem, é apenas coisa de seriado, não é mesmo? E se a gente te disser que não necessariamente? Dá só uma olhada nessas coisas típicas de Black Mirror, mas que já acontecem na vida real:

Hackers acessando suas câmeras

É comum vermos notícias de que poderosos da tecnologia como Mark Zuckerberg têm adesivos nas webcams e microfones de seus laptops. O fato é que é perfeitamente possível – e de certa forma, não muito complicado – um hacker acessar sua webcam ou microfone. E com isso, é possível gravar/espionar você e gravar suas conversas. O mesmo vale para as smartvs com comando de voz. Ou seja, custa nada colocar aquele adesivinho…

Discurso de ódio nas redes sociais

Dentre as características de Black Mirror, talvez essa seja a mais fácil de entendermos. E, infelizmente, a mais utilizada hoje em dia… Grupos extremistas utilizam o Facebook, o Twitter e outras redes para disseminar discursos de ódio e coisas muito ruins como práticas racistas, homofóbicas e machistas…

Classificação das pessoas em rankings

Ser ranqueado não deve ser uma sensação lá muito agradável. Porém vários aplicativos populares utilizam critérios de classificação nos quais pessoas atribuem notas a você. Desde as “ingênuas” marcações de sexy, simpático e popular do falecido Orkut ao controverso RateMe, criado pela própria Netflix, onde você classifica todos do seu círculo social.

Androides

Robôs muito parecidos com seres humanos, capazes de ter expressões faciais e mesmo interagir com as pessoas ainda não são uma realidade prática, mas já existem. Um homem criou um androide idêntico à Scarlett Johansson. E bom, todo mundo já sabe que esse é o próximo passo da robótica moderna…

Conversar com quem já morreu

Não estamos falando aqui de sessões mediúnicas ou coisas espirituais não… Lembram que no seriado existe o chatbot, no qual uma mulher que perdeu seu marido conversa com um aplicativo? E que esse app cria as respostas com bases em um banco de dados que vai se aprimorando à medida que a conversa avança? Pois bem, na vida real temo o Luka. É um app disponível para iOS com função similar e inteligência artificial que conversa com você como se fosse uma determinada pessoa. Criado por uma mulher que utilizou postagens de seu amigo morto para criar um banco de dados e fazer com que qualquer pessoa conversasse com o app como se estivesse falando com o tal amigo…

Depois de pensar sobre todas essas tecnologias, a expressão “Isso é tão Black Mirror” nunca me pareceu tão certa…

Fotos: Reprodução

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