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Black is King

O fim de semana foi de pura exaltação para os fãs da diva pop mundial Beyoncé. Isso porque a cantora, que tem uma das maiores bases de fãs da atualidade, lançou seu mais recente projeto. O álbum visual Black is King foi lançado na última sexta-feira e,a creditem, durante o final de semana não saiu do topo dos assuntos mais comentados das redes sociais. Primeiro pela qualidade do trabalho em si, mas claro que não demorou muito para que também viessem as polêmicas ligados a ele – e a gente aqui te conta tudo sobre a novidade!

Black Is King é um projeto visual, ou seja, em que todas as músicas já saíram com vídeos. No caso de Beyoncé, as músicas formam um verdadeiro filme, tanto que o álbum foi lançado pela Disney + – que ainda não está disponível no Brasil. Mas claro que isso não foi nenhum tipo de impedimento para os fãs brasileiros de aclamarem a cantora. Isso porque ela lançou um dos vídeos, Already, nas diversas redes sociais para o mundo inteiro.

O novo projeto de Beyoncé exalta a cultura e a ancestralidade negra. Através da sua visão da história de O Rei Leão, Beyoncé traz diversas – e importantes – referências à cultura africana, representatividade negra e, claro, sem deixar de lado toda sua estética e referências do mundo da moda e do design. Nas redes sociais, várias pessoas se desdobraram em elogios à cantora:

A polêmica de Black is King e a opinião jornalística

Ao longo de todo o final de semana, Black is King dominou as rodas de conversa nas redes sociais. Mas nada chamou tanto a atenção quanto a coluna de opinião da jornalista e historiadora Lilia Schwacz publicada no jornal Folha de São Paulo. Isso porque, no texto, Lilia criticou duramente Beyoncé, dando a entender que a cantora não conhecia a própria ancestralidade e que roupas de oncinha e brilho em nada homenageavam a cultura africana.

O texto gerou revolta não apenas em fãs da Beyoncé, mas em toda a comunidade negra no Brasil. Isso porque Lilia é branca e, segundo muitos afirmam, por mais que ela estude a história da escravidão no Brasil, ela nunca saberá de fato o que é ser negro e como uma pessoa negra se sente a se ver representado em uma obra como essa de Beyoncé.

Então, polêmicas à parte, o fato é que Black is King é mais uma obra e tanto de Beyoncé, que chega para mostrar que a negritude é representativa sim e que a arte e a ancestralidade africanas devem ser exaltadas também. E você, curtiu o novo trabalho de Beyoncé?

Fotos e vídeos:Reprodução

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