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Ceará está entre os estados com o maior número de projetos aprovados no Procompi

Elevar a competitividade das empresas industriais de menor porte, por meio do estímulo à cooperação entre as empresas, à organização do setor e ao desenvolvimento empresarial e territorial. Esses são alguns dos objetivos do Procompi, programa de apoio à competitividade das micro e pequenas indústrias, resultante de uma parceria entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE).

Neste ano, a primeira chamada da nova edição do Programa aprovou 63 projetos que buscam melhorar o desempenho das indústrias em 23 estados. Por meio dos projetos, grupos de empresas de pequeno porte do mesmo setor receberão capacitação e consultoria para alavancar a produtividade e eficiência nos negócios.

Diversos setores estão contemplados na primeira chamada, entre eles alimentos e bebidas, madeira e móveis, construção civil, cerâmica, têxtil e confecções, metalmecânico, tecnologia da informação, gráfico e químico. Ceará, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Norte e Santa Catarina são os estados com o maior número de projetos aprovados, com cinco cada. Na sequência vêm Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, com quatro projetos.

Acre, Alagoas, Distrito Federal, Rondônia e Tocantins desenvolverão 3 iniciativas. Bahia, Goiás, Paraíba e São Paulo tiveram dois projetos aprovados, cada. Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Roraima e Sergipe terão um projeto por estado.

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→ COMO FUNCIONA

O Procompi Competitividade expandirá a atuação da parceria entre o Sistema Indústria e o Sebrae, por meio do atendimento de demandas de setores e locais que ainda não desenvolvem projetos com as instituições. O acompanhamento das indústrias será feito por até 24 meses. Já o Procompi Dinamiza desenvolverá projetos nos demais setores e terá duração de até 18 meses.

As federações estaduais de indústrias e as unidades estaduais do Sebrae são responsáveis pela articulação junto aos sindicatos de setores interessados em receber o apoio do programa. As instituições identificam demandas coletivas e submetem a proposta na chamada do Procompi.

Aprovado o projeto, as empresas passam por um processo de diagnóstico, implementação de mudanças e monitoramento de resultados, orientadas por especialistas e consultores do Sistema Indústria e do Sebrae. A partir de janeiro de 2017, serão investidos R$16,2 milhões nas ações.

 

 

 

Fotos: Reprodução. 

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