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Conheça a bailarina cega que inspira gerações

Desde os dez anos, a jovem Marina Guimarães – hoje com 22 anos – faz parte de uma companhia de balé. Isso não seria nenhum motivo para uma notícia se não fosse por um detalhe: mais do que uma bailarina, ela é uma bailarina cega. Marina nasceu sem a visão, mas isso nunca foi impedimento para ela na vida. Com o apoio dos pais, ela sempre levou uma vida como a de qualquer pessoa. E foi longe, bem longe.

Ao entrar para a Associação de Ballet Fernanda Bianchini ela não imaginava o que estava por vir. A relação com o ballet começou por acaso. Quando criança, ela fi convidada para uma aula experimental e acabou ficando. O que vem depois disso é pura história.

Em entrevistas, ela cona que ser uma bailarina cega não foi fácil. mas ela não se deixou limitar.  “Caí diversas vezes nos treinos por falta de equilíbrio. De tanto dançar com um copo de plástico com água na cabeça, acabei conseguindo”, contou ela à revista Veja SP. Hoje, ela ainda tem aulas na Associação, juntamente com outras 40 meninas, todas cegas.

Os ensaios são feitos a partir do toque. A professora Fernanda Bianchini faz os movimentos e as alunas passam a mão pelo corpo dela a fim de entender e aprender os passos. Elas então reproduzem o que sentiram e a professora corrige o que for necessário. E assim, elas se entregam à paixão, ao balé.

Marina chegou tão longe que encantou o mundo em 2012. Na ocasião, ela se apresentou nada menos do que na festa de encerramento das paralimpíadas de Londres. “Por muitos momentos, antes de entrar no palco, me via tentando pensar em outra coisa, para não chorar antes da hora”, relembrou a bailarina em entrevista à revista Quem.

Hoje, dentro da associação, Marina dança, mas não vive somente disso. A jovem é formada em Nutrição e exerce a profissão para ter uma fonte de renda. E sempre acompanhada de seu cão-guia, Duke.  A Associação trabalha essencialmente com crianças carentes com deficiência visual, com idades entre 5 e 25 anos. Ou seja: a maior dificuldade reside mais na questão financeira do que na deficiência.

Confira o vídeo abaixo de uma apresentação de Marina e a companhia Fernanda Bianchini:

Mais do que um rótulo de “bailarina cega”, Marina mostra que a arte e a dança, de fato, não conhecem limites!

Fotos e vídeos: Reprodução

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