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Você não percebe, mas muitas vezes deixa transparecer o que está sentindo em cada post feito nas suas redes sociais. Exemplo disso é, você começar uma discussão no Facebook por causa de um simples comentário que não lhe agradou. E não precisa ter sido no seu perfil, mas em alguma página que você segue e quando menos percebe, já está envolvido com a situação.

Antes do Pátio Hype explicar como os cientistas chegaram a esses resultados sobre saúde mental, que tal uma palavra de reflexão sobre suas ações no mundo virtual? Todos as noites quando você se deita para dormir e pega o celular para dar uma última checada nas suas redes sociais, você imagina que serão apenas alguns minutos, mas quando olha para o relógio, já se passaram 40 minutos.

Você se envolve tanto com o que segue, que não consegue se desprender daquilo e vai clicando em vários links seguidos. O fato de você estar perdendo horas de sono fazendo isso, já deveria ser o bastante para você evitar esse hábito. Porém para completar você se vê desejando, se planejando para comprar aquele item de maquiagem que todas as pessoas que você segue, já possuem. Ou aquela sandália, aquela bolsa e por aí vai.

Enfim, mas para finalizar, se você observar tudo que você gosta, você vai procurar e começar a seguir. Então as suas redes sociais serão uma bolha dos seus interesses, do que você quer ver. Não se baseie por essa bolha, veja além, lute para estar fora dela, sempre! Isso é saúde mental em tempos de tecnologia.

A Pesquisa

O estudo foi realizado nas Universidades de Harvard e de Vermont. Cientistas analisaram que a quantidade de posts que você publica nas suas redes sociais pode dizer como anda a sua saúde mental. Eles criaram um programa de computador que identifica pessoas que tenham depressão a partir de suas publicações e o tipo de conteúdo que compartilham. Explorando a plataforma e o comportamento de pessoas com problemas psicológicos, chegam aos resultados de como esses indivíduos usam seus perfis.

A pesquisa constatou que os usuários que tenham depressão fazem um número maior de postagens, a maioria de suas fotos são de rostos e sem filtros. E quando usam filtros escolhem os que deixam as imagens mais escuras. O coautor do estudo da Universidade de Vermont, Christopher Danforth, disse que os estudiosos ainda não criaram um teste que possa comprovar os diagnósticos das pessoas a partir da interpretação destes pequenos sinais. Entretanto complementa que a pesquisa foi realizada em 166 perfis do Instagram e 43.950 fotos que resultou em uma porcentagem de 70% das pessoas que agem dessa forma possuem depressão.

Concluindo ainda que, por mais que a quantidade de contas analisadas seja pequena, se o programa entrasse em vigor, ajudaria aos profissionais da área de saúde a identificar e tratar com antecedência pessoas que tenham tendências à problemas psicológicos.

E então caro leitor, o que você acha desse programa? Concorda com o Christopher Danforth ou acha que não seria tão fácil assim? Compartilhe seus pensamentos com o Pátio.

Fotos: Reprodução

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