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Mais brincadeira, menos educação?

Segundo a ciência, os pais devem se preocupar mais em divertir as crianças do que educá-las 

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Os pais nunca se dedicaram tanto ao futuro dos filhos. As mães de hoje trabalham fora, mas dedicam o mesmo tempo às crianças que as mães de 30 anos atrás. Elas passam, em média 11 horas por semana, tem menos filhos e contam mais com a ajuda dos pais. Não foi as crianças que mudaram e sim os pais que abrem mão de horas de sono para corrigir atividades, ler para as crianças e levar as crianças nas inúmeras atividades extras.

A ciência, porém, acredita que os resultados são pequenos em relação ao esforço. Foram realizadas pesquisas com crianças adotadas e os resultados indicaram que a educação dos pais, os valores que eles passam para os filhos ao longo dos anos praticamente não afeta o futuro. Quando são pequenas, as crianças adotadas se parecem tanto com a família adotiva quanto com a família biológica. Quando crescem, acontecem uma reviravolta. Elas continuam se parecendo os pais biológicos, mas as semelhanças construídas ao longo dos anos com os pais adotivos tende a desaparecer.

Os pais acreditam que a educação é primordial para decidir a inteligência dos filhos. Mas, de acordo com os pesquisadores, a longo prazo a educação influencia muito pouco. Em 1975, o Adoption Project estudou 24 crianças adotadas e suas mães biológicas e adotivas. E comparou com 245 crianças que cresceram com pais biológicos. Aos 12 anos, as crianças que cresceram em lares com alto QI de seus pais adotivos, não eram mais inteligentes que os outros. E os exames foram confirmados quatro anos depois. Os ciências chegaram a conclusão que o estudo também vale para a longevidade e sucesso financeiro.

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O argumento dos cientistas é que os genes influenciam mais que a educação, mas ela também tem seu valor sobre as crianças. E o impacto é maior nos primeiros anos. Ao longo dos anos, tudo vai sumindo, inclusive os valores e hábitos que o casal transmite. Um exemplo disso pode ser a religião. Seus pais tem uma alta influência sobre seu rótulo religioso. Se ele diz ser católico, provavelmente você dirá que é também. Mas isso tem pouco impacto sobre seu comportamento religioso. Você não vai à missa toda semana porque eles vão. Se eles são seus pais biológicos, é pouco provável que você vá à missa, mas se eles são seus pais adotivos é menos provável ainda.

Os pais tem razão ao achar que estão dando um bom começo aos filhos, mas os cientistas dizem que não tem tanta razão ao acreditar que eles poderão ser moldados para o resto da vida. Então, é melhor relaxar aproveitar a infância das crianças. Imponha limites e disciplina, mas divirta-se com eles. As crianças são como plásticos que respondem a pressão, mas voltam a forma original quando a pressão acaba. Um estudo um pouco polêmico, mas você acredita que é verdade? As crianças mudam os padrões impostos e começam a viver pelos seus padrões depois que crescem? Ou os pais podem criar super gênios se estimularem desde a infância?

 

Fotos: Reprodução 

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