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Sebrae indica Gestão do Desperdício como uma maneira do setor alimentício enfrentar a crise

As perdas ou desperdícios tem sido a grande preocupação das cadeias produtivas de uma forma geral. No setor de alimentos, por exemplo, as perdas brasileiras são imensas. Para se ter uma ideia, calcula-se que a produção de grãos tem uma perda aproximada de 30% da produção, o que é um índice extremamente alto.

E quando o assunto é crise a situação piora, é verdade. Mas, não é apenas a economia que afeta o setor alimentício. De acordo com o Sebrae, tendências sustentáveis, a preocupação com a saúde e a busca por conveniência também estão gerando cada vez mais impactos no setor, bom para alguns, e nem tanto para outros.

Restaurantes como fast-foods e a quilo baratearam a refeição e satisfazem o consumidor trazendo também a questão do tempo. Nesse contexto, o setor de comidas rápidas e congeladas também são indicados como uma boa opção para investidores pelo Sebrae, já que estão em ascensão.

Por outro lado, o antigo modelo de restaurante tem cada vez mais concorrentes diretos e substitutos com que se preocupar. Uma alternativa é diminuir os custos e mirar na parcela da população que se preocupa com sustentabilidade e saúde.

Em seu site, o Sebrae divulga dez dicas para Gestão do Desperdício em um restaurante, como instalar torneiras com temporizadores nos banheiros, fazer o degelo dos freezers regularmente para diminuir o consumo de energia, manter os filtros dos ar-condicionados limpos e utilização de fritadeiras elétricas, que utilizam 60% menos óleo.

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Nessa corrida, os restaurantes a quilo levam uma boa vantagem pois podem reunir saúde, conveniência e sustentabilidade em um único pacote, sendo que alguns ainda possuem espaços para eventos.

A grande verdade é que toda e qualquer perda ou desperdício tem apenas um destino: o custo final ao cliente, portanto, uma boa gerência preventiva de perdas significará menores custos, melhoria ambiental e melhor atendimento aos clientes, ou seja, produtividade e lucratividade.

Portanto, para se manter competitivo no setor de alimentos é preciso, mais do que nunca, ficar atento às crescentes demandas do segmento e procurar cortar o máximo dos gastos sem perder o charme e a qualidade do serviço.

Fotos: Reprodução. 

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