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SPC Brasil e CNDL indicam aumento da confiança dos micro e pequenos empresários, em janeiro


A economia brasileira está melhorando, embora os problemas ainda não tenham deixado completamente o País. Será? De acordo com um levantamento realizado pelo indicador de confiança dos micro e pequenos empresários, calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), a confiança dos empreendedores para os próximos seis meses teve uma leve melhora em janeiro.

Obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo, o índice aponta para ligeira melhora, passando de 40,03 pontos em dezembro para 42,03 em janeiro. Ainda assim, segue abaixo do nível neutro de 50 pontos, o que demonstra que os empresários entrevistados continuam pouco confiantes com as condições econômicas do País e de seus negócios.

Para 30% dos entrevistados, haverá aumento do faturamento neste primeiro semestre. Já 20% acreditam que o faturamento cairá, enquanto 46,6% esperam estagnação. Os que estão otimistas preveem aumento das vendas pela diversificação do portfólio e por novas estratégias que devem adotar neste primeiro semestre. No outro oposto, os que esperam queda e culpam a recessão econômica pela retração nas vendas.

micro e pequenos empresários 2

Para Honório Pinheiro, presidente da CNDL, a retomada da confiança por parte dos micro e pequenos empresários é um dos principais requisitos para o País encontrar condições de se recuperar da crise econômica e voltar a crescer. “O otimismo demonstra que esses empresários estão mais dispostos e confiantes para assumir riscos e ampliar os negócios, inclusive contratando funcionários e reforçando estoques”, disse.

Já para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, ao longo de 2015, o impasse político e o aprofundamento da recessão reforçaram a crise de confiança que já existia, iniciando um ciclo vicioso de descrédito na economia e queda da atividade.

A pesquisa ouviu dos micro e pequenos empresários de todos os estados, nas capitais e no interior. O indicador leva em conta as avaliações sobre as condições gerais da economia e as expectativas para os próximos seis meses.

Fotos: Reprodução. 

 

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