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Terceirização de serviços – É ideal?

Será que um prestador de serviço ou profissionais terceirizados são alternativas econômicas para atividades temporárias? Se você precisa de serviços realizados por profissionais especializados, mas não tem como estabelecer um vínculo empregatício com eles, o No Pátio ensina quando contratar um prestador de serviço e se dar bem na escolha!

Quem nunca passou pela situação de precisar de um serviço e nem sempre pode pagar um profissional efetivado para realizá-lo? Se você procura um autônomo para cuidar de seu jardim e não tem como pagar um jardineiro, você está inserido na lista de pessoas que precisam sim de um profissional terceirizado. No Brasil, o número de profissionais terceirizados cresce a cada dia e isso é um indicativo de que nem o contratante pode efetivar um profissional e nem as pessoas tem um emprego certo durante muitos anos.

Profissionais que realizam as tarefas domésticas são os mais procurados. Diaristas, cozinheiras e babás são necessárias e quando terceirizadas não tem vínculo empregatício, sendo assim uma boa opção para os bolsos mais apertados. Mas, não é tão simples quanto parece. Alguns cuidados devem ser tomados para não descumprir a legislação trabalhista.

Para que nenhum vínculo seja criado e que não tenham encargos trabalhistas, a atividade do prestador de serviço deve ser usada em serviços temporários e que não necessitem o mesmo profissional durante a realização da tarefa. A legislação trabalhista brasileira diz que o prestador de serviço deve receber por dia e que trabalhe por no máximo duas semanas para o contratante. Não ter horários definidos é outra questão que deve ser adotada.

Em tarefas de vigilância, limpeza ou atividades de eletricista, os profissionais terceirizados são mais indicados que os prestadores de serviço. A modalidade só é legalizada se for usada por, no máximo, três meses. Substituição de um profissional contratado ou um a cobertura de demanda extra de trabalho são as situações corretas para recorrer ao profissional terceirizado.

Buscar as referências dos profissionais contratados é a melhor maneira de evitar contratempos. Pedir os recibos para comprovar o pagamento é uma medida de segurança que não deve ser esquecida. Quando a contratação dos serviços ocorre por uma pessoa física, não há a necessidade de um contrato formalizado. Mas, se a relação for com uma empresa, é preciso estabelecer um acordo formal, o que evita problemas no futuro.

No Brasil, hoje, existem mais de oito milhões de trabalhadores terceirizados. Esse número representa 9% da população economicamente ativa, de acordo com o Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário do Estado de São Paulo (Sindeprestem). Esses profissionais ganham em média R$ 918 por mês, o que equivale a R$ 18 bilhões ao ano.

São Paulo é o estado brasileiro que tem mais profissionais prestadores de serviços. No total são 8.300 empresas e um faturamento de R$ 22,52 bilhões na região sudeste do Brasil. A opção é boa para o contratante, que tem o serviço feito por quem entende e para o contratado, que por menor que seja o período, está trabalhando. Essa é uma realidade da economia brasileira.

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