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Não é segredo para nenhum brasileiro que a crise vem prejudicando nossa economia a um bom tempo, o que influi diretamente na vida de todas as famílias brasileiras, principalmente no que diz respeito as vagas de emprego e postos de trabalho disponíveis. Porém, o nosso Ceará parece estar conseguindo driblar estes problemas e colher bons frutos. Prova disso é que o estado do Ceará registrou, em julho deste ano, o melhor resultado de geração de empregos dos últimos 32 meses!

O estado apontou saldo positivo de 1.871 vagas. Esse foi o maior saldo desde dezembro de 2014, de acordo com dados Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados  na publicação Enfoque Econômico, publicada nesta quinta-feira (17) pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará. As atividades que mais contribuíram foram serviços, agropecuária e comércio. Em escala nacional, o Ceará foi o estado da região Nordeste que mais gerou empregos e o quinto do país no mês de julho, atrás apenas de São Paulo (21.805 vagas), Mato Grosso (8.085 vagas), Goiás (4.745 vagas) e Amazonas (1.888 vagas).

O Ceará também registrou queda na taxa de desocupação: caiu de 14,3% no primeiro trimestre do ano para 13,2% no segundo, segunda menor do Nordeste – a Paraíba registrou 13,2 e 11,4%, respectivamente. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Análise geral 

Segundo Flávio Ataliba, diretor-geral do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará ( Ipece), a melhora foi significativa: “Tivemos um melhora significativa na nossa economia em termos absolutos. Estamos comparando os dados de julho com São Paulo, que tem uma população bem maior, dois estados que se destacam pelo cultivo de grãos, Mato Grosso e Goiás, e Amazonas, que tem a zona franca. O Ceará, puxado pela produção, foi o grande destaque do país”, avaliou Ataliba.

Flávio Ataliba destacou ainda o resultado apresentado pela agropecuária no Estado: “Esse é um fato que reflete na convivência com a seca, pois a zona rural é a que está mais ligada à pobreza. Ter mais emprego na atividade agrícola alivia a situação da população mais sofrida”, explicou o diretor.

A maior parte das vagas foi gerada na Capital e na Região Metropolitana, sendo Fortaleza o grande destaque (848 vagas). Os municípios de Icapuí (243 vagas), Eusébio (182 vagas), Limoeiro do Norte (146 vagas) e Maracanaú (144 vagas) também apresentaram saldo positivo de empregos formais no Ceará.

As notícias são animadoras, principalmente para quem procura uma oportunidade de trabalho. Que venham mais e mais melhoras e boas notícias como esta. O trabalhador cearense agradece!

 

Fotos: Reprodução

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